Arquivo de fevereiro 26America/Sao_Paulo 2026

Reparo emergencial afeta abastecimento no bairro São Cristóvão, em Penha

Postado por [email protected] em 26/fev/2026 - Sem Comentários

A Águas de Penha informa que, devido a reparo emergencial na rede de abastecimento na noite desta quinta-feira, dia 26, que atende o bairro São Cristóvão, poderá ocorrer baixa pressão ou precariedade no fornecimento de água na região. A normalização do abastecimento ocorrerá de forma gradual após a conclusão dos trabalhos.

Em situações como essa, a concessionária orienta a população a fazer uso consciente da água, evitando desperdícios durante esse período. Clientes que possuem caixas d’água com capacidade adequada ao número de moradores tendem a sentir menos os impactos da manutenção.

Para mais informações ou esclarecimento de dúvidas, os clientes podem entrar em contato com a Central de Atendimento pelo telefone 0800 595 4444 ou via WhatsApp, tendo em mãos a fatura de água ou o número da matrícula

Reparo em rede de grande porte afeta abastecimento em bairros de Penha nesta segunda-feira (23

Postado por [email protected] em 23/fev/2026 - Sem Comentários

A Águas de Penha informa que, devido ao rompimento de uma tubulação de grande porte na Rua Porto Alegre, pode haver instabilidade no abastecimento nos bairros Nossa Senhora de Fátima, Santa Lídia e parte do Centro nesta segunda-feira (23). Equipes da concessionária já estão trabalhando no conserto da tubulação. A recuperação da pressão e do abastecimento ocorrerá de forma gradual após a conclusão do reparo, podendo se estender até o período da tarde.

A Águas de Penha orienta a população a utilizar a água de forma consciente durante o período, priorizando o consumo para alimentação e higiene. Imóveis com caixa-d’água dimensionada de acordo com o número de moradores tendem a sentir menos os impactos da interrupção temporária.

Para mais informações ou esclarecimento de dúvidas, os clientes podem entrar em contato com a Central de Atendimento pelo telefone 0800 595 4444 ou via WhatsApp. Ao entrar em contato, é importante ter em mãos a conta de água ou o número de matrícula.

Águas de Penha realiza teste de fumacê no loteamento Santa Regina

Postado por [email protected] em 17/fev/2026 - Sem Comentários

A Águas de Penha realizará nesta quarta-feira, dia 18, a partir das 8h, uma fiscalização preventiva na rede de esgoto do loteamento Santa Regina, com atividades previstas ao longo de todo o dia. A ação faz parte do programa de monitoramento e manutenção das redes operadas pela concessionária. Segundo Nathan Barbosa Nunes, supervisor de Operação da Águas de Penha, a inspeção será realizada por meio do teste conhecido como “fumacê”.

O procedimento utiliza um equipamento termonebulizador acoplado aos poços de visita (PVs), que injeta fumaça na rede de esgoto. “Quando a ligação está correta, a fumaça não aparece na superfície. Caso seja observada em galerias pluviais, ralos, calhas ou pavimentos, isso indica a existência de irregularidades”, explica o coordenador.

A concessionária informa que a realização do teste é comunicada previamente aos órgãos competentes como o Corpo de Bombeiros, e reforça que a presença da fumaça não representa risco à população. Trata-se apenas de um procedimento técnico para identificar eventuais ligações incorretas entre as redes de esgoto e a drenagem pluvial.

O teste de fumacê é uma ferramenta essencial para detectar e corrigir essas irregularidades. Em alguns casos, a fumaça pode ser percebida dentro de imóveis, indicando uma conexão inadequada. A Águas de Penha reforça que o material utilizado não é tóxico e não oferece riscos à saúde nem ao meio ambiente. Com essa ação, a concessionária busca aprimorar o funcionamento do sistema de esgotamento sanitário e contribuir para a preservação ambiental do município.

Esgotamento sanitário: uma responsabilidade que começa dentro de casa

Postado por [email protected] em 11/fev/2026 - Sem Comentários

  • Reginalva Mureb

Por muitos anos, o debate sobre saneamento básico no Brasil esteve concentrado na ausência de infraestrutura. Falava-se — com razão — da falta de redes, de estações de tratamento e de investimentos. Hoje, mesmo com avanços importantes no setor, um desafio igualmente relevante ganha espaço: o uso correto dos sistemas de esgotamento sanitário já implantados. E esse desafio não é apenas técnico ou institucional — é coletivo.

Dados nacionais mostram que o Brasil ainda convive com índices insuficientes de coleta e tratamento de esgoto, mas também revelam outro problema menos visível: parte significativa das falhas operacionais ocorre por uso inadequado das redes. Materiais que jamais deveriam ser descartados no vaso sanitário ou na pia — como fraldas, lenços umedecidos, absorventes, óleo de cozinha, restos de obra e produtos químicos — são responsáveis por entupimentos, extravasamentos e danos a equipamentos projetados exclusivamente para receber esgoto doméstico.

As consequências vão muito além do transtorno pontual. Redes obstruídas aumentam custos de operação, reduzem a eficiência do tratamento e ampliam o risco de contaminação do solo, dos rios e do mar. Em cidades litorâneas ou turísticas, isso significa prejuízos ambientais diretos e impactos econômicos relevantes. Em qualquer cidade, significa mais risco à saúde pública, com a proliferação de doenças de veiculação hídrica que poderiam ser evitadas.

É preciso reforçar um ponto central: saneamento não termina na obra. A rede começa na residência. Cada ligação correta, cada descarte consciente e cada atitude responsável dentro de casa fazem diferença no funcionamento de todo o sistema. Quando um morador descarta óleo na pia, o custo não fica restrito à sua casa — ele se espalha por toda a coletividade. Quando o sistema falha, todos pagam a conta, seja em forma de tarifas mais altas, seja em danos ambientais ou em perdas de qualidade de vida.

Por isso, falar de esgotamento sanitário é falar de corresponsabilidade. O poder público e as concessionárias têm o dever de investir, operar e fiscalizar. Mas a sociedade tem o papel fundamental de usar corretamente esse serviço essencial. Cidades mais saudáveis, sustentáveis e resilientes não se constroem apenas com grandes obras, mas com pequenas escolhas diárias feitas por milhões de pessoas.

Cuidar do esgoto é cuidar da saúde, do meio ambiente e do futuro. E essa responsabilidade começa, literalmente, dentro de casa.

  • Reginalva Mureb é presidente da AEGEA SC

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